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     O PROCESSO DA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS EM FOCO
     Legislação sobre a prática farmacêutica hospitalar
     Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)


     
    ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS


    Apresentação do Blog

     

    Este Blog surgiu através da atividade de monitoria da disciplina de Fundamentos de Enfermagem II, desenvolvida no 4º período do curso de graduação e licenciatura em Enfermagem, da Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa da Universidade Federal Fluminense (EEAAC - UFF).

    Enquanto monitora da disciplina de Fundamentos de Enfermagem II, disciplina que tem a responsabilidade de inserir o aluno no contexto da prática dos fundamentos da enfermagem, pude observar a tensão e o medo dos discentes sobre os conteúdos e a prática de administração de medicamentos.

    Os alunos recebem os conteúdos teóricos e também são realizados treinamentos no laboratório com a presença dos professores e monitores da disciplina. No entanto, os acadêmicos neste período encontram-se ansiosos pelo início das práticas e da mesma forma sentem-se inseguros pela falta de experiência, então pensou-se em uma estratégia que pudesse ajudar os alunos no aprendizado de administrações de medicamentos que fosse além dos treinamentos em laboratório e aulas teóricas, de fácil acesso e que envolvesse uma interação com a disciplina de Fundamentos de Enfermagem II. Assim, ocorreu a idéia de usar a internet como ferramenta e, posteriormente, o blog.

    É importante lembrar que não trataremos aqui sobre a forma de administar um determinado medicamento específico e nem estimulamos a automedicação. Abordaremos, inicialmente, os assuntos básicos sobre o tema em epígrafe e, posteriormente, artigos, pesquisas e novidades sobre medicação.  A criação do blog de Administração de Medicamentos tem o propósito de auxiliar os alunos e profissionais de enfermagem como uma fonte de estudo dinâmica e interativa, onde poderão ampliar seus conhecimentos, compartilhar dúvidas de forma simples, rápida e objetiva.

    Participe!

    Dayane França Braz 

    Acadêmica de Enfermagem da Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa (UFF)
    Ex-monitora da Disciplina de Fundamentos de Enfermagem II
    Fundadora do Blog de Administração de Medicamentos

     


     

    Neste ano de 2011 mais um período se inicia e com ele algumas mudanças na vida acadêmica, entre elas a inserção em âmbito hospitalar e a compreesão de enfermagem como arte de cuidar e ciência cuja essência e especificidade é o cuidado ao ser humano . É nova etapa em sua vida, etapa esta que exige mudanças de postura e poi isso, empenhe-se, estude, dê o máximo de si, leia, pesquise, faça acontecer.  O blog de administração de medicamentos vem auxiliar nesse cuidado, sendo uma ferramenta interativa e auxiliadora da aprendizagem de procedimentos complexos como a administração de medicamentos, principalmente por via endovenosa, como forma de possibilitar um canal de comunicação entre aluno, monitor e professor.

    “A Enfermagem é uma arte, e como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, como a obra de qualquer pintor ou escultor. Mas o que é tratar da tela inerte ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo – o templo do espírito de Deus? É uma das belas artes, eu quase diria, a mais bela de todas!”

    Florence Nightingale

    Mirian Gonçalves da Silva

    Acadêmica de Enfermagem da Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa (UFF)

    Monitora da Disciplina de Fundamentos de Enfermagem II

    Responsável pela atualização do Blog em 2011



    Orientadores responsáveis:


    Selma Petra Chaves Sá

    Profª  Titular do Departamento de Fundamentos de Enfermagem e Administração da Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa (UFF)
    Profª orientadora da Disciplina de Fundamento de Enfermagem II 
     


     

     

    João Luiz Fernandes

    Doutor em Ciência da Computação

    Co-orientador do projeto de criação do Blog

    Ex-Assessor de Informática da Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa (UFF)

     

     

     

     

     



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 12h46
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    LEGISLAÇÃO

    LEGISLAÇÃO

    RESOLUÇÃO COFEN Nº 390/2011

    NORMATIZA A EXECUÇÃO, PELO ENFERMEIRO, DA PUNÇÃO ARTERIAL TANTO PARA FINS DE GASOMETRIA COMO PARA MONITORIZAÇÃO DE PRESSÃO ARTERIAL INVASIVA.

    O Conselho Federal de Enfermagem - COFEN, no uso das atribuições que lhe são conferidas pel Lei nº 5.905, de 12 de julho de 1973, e pelo Regimento da Autarquia, aprovado pela Resolução Cofen nº 242, de 31 de agosto de 2000,

    CONSIDERANDO o Artigo 11, inciso I, alínea "m", da Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, segundo o qual o Enfermeiro exerce todas as atividades de Enfermagem, cabendo-lhe, privativamente, a execução de cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e capacidade de tomar decisões imediatas;

    CONSIDERANDO a punção arterial para fins de gasometria e monitorização de pressão arterial invasiva como um procedimento complexo, que demanda competência técnica e científica em sua execução;

    CONSIDERANDO a Resolução Cofen nº 358, de 15 de outubro de 2009, que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado
    profissional de Enfermagem; e

    CONSIDERANDO tudo mais que consta nos autos do PAD/Cofen nº 124/2011 e a deliberação do Plenário em sua 407ª Reunião Ordinária.

    RESOLVE:

    Art. 1º No âmbito da equipe de Enfermagem, a punção arterial tanto para fins de gasometria como para monitorização da pressão arterial invasiva é um procedimento privativo do Enfermeiro, observadas as disposições legais da profissão.

    Parágrafo único O Enfermeiro deverá estra dotado dos conhecimentos, competências e habilidades que garantam rigor técnico-científico ao procedimento, atentando para a capacitação contínua necessária à sua realização.

    Art. 2º O procedimento a que se refere o artigo anterior deve ser executado no contexto do Processo de Enfermagem, atendendo-se as determinações da Resolução Cofen nº 358/2009.

    Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

    Segue o site da resolução:

    http://site.portalcofen.gov.br/sites/default/files/resolucao_390_2011.pdf

    Fonte: http://site.portalcofen.gov.br/node/8037

     



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 12h45
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    NOTÍCIA: Cofen

     

    COFEN NORMATIZA A EXECUÇÃO DA PUNÇÃO ARTERIAL PARA FINS DE GASOMETRIA E PRESSÃO ARTERIAL INVASIVA

    Por ser um procedimento complexo que demanda competência técnica e científica em sua execução, o Conselho Federal de Enfermagem normatizou a punção arterial tanto para fins de gasometria quanto para monitorização da pressão arterial invasiva, através da portaria 0390/2011, visto que é um procedimento privativo do enfermeiro.

    De acordo com a normatização, o enfermeiro deverá buscar o conhecimento e as habilidades que garantam o rigor técnico-científico na aplicação dos procedimentos, atentando para a capacitação contínua necessária à sua realização.

    Fonte: http://site.portalcofen.gov.br- Cofen



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 11h53
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    PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

    PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

     

    O Procedimento Operacional Padrão ou simplesmente POP é utilizado nas unidades de saúde como a melhor forma de iniciar a padronização é através da compreensão de como ocorre todo o processo, nesse caso é necessária uma representação sistematizada.

     

     O POP descreve cada passo crítico e seqüencial que deverá ser dado pelo operador para garantir o resultado esperado da tarefa, além de relacionar-se à técnica, palavra de origem grega que se refere à “disposição pela qual fazemos coisas com a ajuda de uma regra verdadeira”.

    QUAL A NECESSIDADE DA IMPLANTAÇÃO DOS POP?

    Nos últimos anos, a padronização das atividades gerenciais e assistenciais nos serviços hospitalares passa a ser uma exigência legal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o que a torna uma obrigatoriedade além de uma necessidade institucional.

    A sua implantação garante a padronização e uniformidade das atividades, objetivando garantir índices de segurança e qualidade de práticas assistenciais e gerenciais no atendimento ao usuário e no desempenho profissional, não só do serviço de enfermagem, mas de todos os serviços do hospital.

    Além disso, as não-conformidades (desvios) eventuais têm condições de serem corrigidas/adequadas ao padrão usual, pois minimizam a ocorrência de desvios na execução dos procedimentos, propiciando o aumento da previsibilidade de seus resultados e diminuindo as variações causadas por imperícia ou adaptações aleatórias. Ainda vêm a contribuir na satisfação do cliente/usuário, aumentando a credibilidade da instituição.

     

    SAIBA MAIS SOBRE O PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO!!!!

    ARTIGO INDICADO:

    PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO: UTILIZAÇÃO NA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM SERVIÇOS HOSPITALARES

     

    Objetivos: verificar a existência e a utilização pela equipe de enfermagem dos Procedimentos Operacionais Padrão (POPs).

     

    Referência: http://www.scielo.br/pdf/rlae/v16n6/pt_05.pdf

     

    Lembrando que todo hospital tem o seu Procedimento Operacional Padrão (POP), então para nível de conhecimento segue o POP do Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP):

     

    Referência:http://rede.huap.uff.br/huap/sites/default/files/38-681- manualdepopdohuapversaofinal.pdf



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 11h23
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    ARTIGOS INDICADOS

    SAIBA MAIS SOBRE DMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS!!!!

    ARTIGOS INDICADOS:

    ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS: AQUISIÇÃO DE CONHECIMENTOS E HABILIDADES REQUERIDAS POR UM GRUPO DE ENFERMEIROS1

     

    Objetivos: analisar as necessidades educacionais de enfermeiros atuantes em uma instituição hospitalar universitária do interior do Estado de São Paulo, no que concerne à administração de medicamentos e discutir sobre necessidade da aquisição de conhecimentos e habilidades requeridos pelo grupo de enfermeiros em questão.

     

    Referência: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692004000300012

     

     

    APRENDIZAGEM DE PUNÇÃO VENOSA COM OBJETO EDUCACIONAL DIGITAL NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEMa

     

    Objetivo:  avaliar o desempenho de acadêmicos da quarta etapa do curso de graduação em Enfermagem na realização da técnica de punção venosa com o apoio de três objetos educacionais digitais – hipertexto, jogo educativo e simulação.

     

    Referência: http://seer.ufrgs.br/index.php/RevistaGauchadeEnfermagem/article/view/3162/1733

     

     

    ERROS MAIS COMUNS E FATORES DE RISCO NA ADMINISTRAÇÃO DE

    MEDICAMENTOS EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE

     

    Objetivos: 1) Identificar os tipos de erros mais comuns e os fatores de risco na ocorrência do erro na administração de medicamentos, segundo opiniões de enfermeiros e profissionais de enfermagem atuando em Unidades Básicas de Saúde 2) Identificar as conseqüências e intervenções tomadas a partir da ocorrência do erro sob a perspectiva dos envolvidos; 3) Propor medidas que minimizem a ocorrência dos erros.

     

    Referência: http://www.scielo.br/pdf/rlae/v7n5/13506.pdf


    Fonte: http://ciave-ba.blogspot.com/2010_12_01_archive.html



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 11h09
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    NOTÍCIA: INSTITUTO PARA PRÁTICAS SEGURAS NO USO DE MEDICAMENTOS

    MEDICAMENTOS POTENCIALMENTE PERIGOSOS

    Medicamentos potencialmente perigosos são aqueles que possuem risco aumentado de provocar danos significativos nos pacientes em decorrência de falha na utilização. Os erros que ocorrem com eles não são os mais rotineiros, mas as consequências podem ser devastadoras para os pacientes, podendo levar a lesões permanentes ou a morte.

     


    Recomendações para prevenção de erros de medicação com os medicamentos potencialmente perigosos

     

    a) fornecer e melhorar o acesso a informação sobre estes medicamentos;
    b) estabelecer e divulgar a lista dos medicamentos potencialmente perigosos disponíveis na Instituição;
    c) incorporar alertas de segurança nos sistemas informatizados de dispensação e pescrição;
    d) estabelecer e divulgar doses máximas dos medicamentos;
    e) limitar o número de apresentações e concentrações disponíveis, particulamente para heparina, morfina e insulina;
    f) utilizar etiquetas auxiliares com cores ou sinais de alerta diferenciados, na embalagem dos medicamentos potencialmente perigosos;
    g) padronizar a prescrição, a dispensação, o armazenamento, a preparação e a administração dos medicamentos potencialmente perigosos;
    h) implantar práticas de dupla checagem na dispensação, no preparo e na administração destes medicamentos;
    i) retirar das enfermeiras e ambulatórios as soluções concentradas de eletrólitos, particulamente cloreto de potássio injetável. A dispensação desses medicamentos deve ser diferenciada, as embalagens devem ter sinalização de alerta com o objetivo de realçar o perigo de utilizá-los de forma incorreta;
    j) utilizar indicadores de controle de erros de medicação
    .

    Fonte:http://www.ismpbrasil.org/index.php?option=com_content&view=article&id=5:medicamentos-potencialmente-perigosos&catid=41:medicamentos-potencialmente-perigosos

     



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 21h27
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    NOTÍCIA: Anvisa

    Notificação de Suspeita de Erro de Medicação

    A área de Farmacovigilância da Anvisa disponibiliza o formulário de "Erro de medicação" a todos os profissionais da saúde que pretendam notificar erros de medicação. As notificações serão mantidas no anonimato e poderão contribuir para prevenir e minimizar erros semelhantes.

    A ANVISA Espera promover a conscientização que este é um passo fundamental para a contínua avaliação de segurança, efetividade e qualidade dos medicamentos.

    Segue o modelo de formulário da ANVISA:

    Formulário Erro de Medicação

    01. Data do evento ____/____/____

    02. Hora do evento __________

    03. Descreva o erro. Inclua descrição/seqüência dos eventos, tipos de profissionais e serviços envolvidos

    04. O erro afetou o paciente

    1.Sim. 2.Não. 3.Ignorado.

    Se Sim, descrever efeitos nocivos

    05. Descreva a evolução do paciente

         I. Recuperado II.Recuperado com seqüelas III.Em recuperação IV.Óbito V.Ignorado

    06. Indique as causas do erro

    1. Abreviação  2.Nomes Similares  3.Distração  4.Cálculo/Preparação  5.Rotina de Administração 6.Prescrição 7.Equipamentos 8.Outros. Citar:I

    07. Dados do paciente ou iniciais (se disponível)

    Nome ou iniciais Data de nascimento ____/____/____

    Sexo Masculino Feminino Ignorado Idade Dias Meses Anos

    08. Indique o local do erro

    1.Hospital 2.Farmácia 3.Clínica 4.Posto de Saúde 5.Ambulatório 6.Residência 7.Outro

    10. Sugestão de recomendações para prevenir esse erro, ou descreva estratégias ou procedimentos tomados por sua instituiçãopara prevenir futuros erros.

    11. Dados do notificador (opcional)

    1)    Nome

    2)    Categoria profissional Médico Dentista Farmacêutico Outros. Qual:

    3)    Telefone* DDD ( )

    4)    E-mail

    5)    Endereço

     

    Fonte:http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/posuso/farmacovigilancia



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 23h01
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    Farmacovigilância

    Programa de Farmacovigilância vai monitorar eventos adversos associados a medicamentos

     

    Farmacovigilância, segundo definição da Organização Mundial de Saúde (OMS), compreende a ciência e as atividades relacionadas à detecção, avaliação,

    compreensão dos efeitos adversos ou outros problemas relacionados a medicamentos. Ela se constitui numa estratégia essencial para a promoção

    do uso racional de medicamentos e traz impacto direto nas políticas de prevenção de danos, através da disseminação de informação isenta aos profissionais de saúde, órgãos reguladores e usuários.

     

    A farmacovigilância é o trabalho de acompanhamento do desempenho dos medicamentos que já estão no mercado. As suas ações são realizadas de forma compartilhada pelas vigilâncias sanitárias dos estados, municípios e pela Anvisa.

     

    Monitorar os eventos adversos associados a medicamentos no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, prioritariamente, através do sistema de notificação espontânea e, complementarmente, através de métodos epidemiológicos, integrando o Programa Nacional de Farmacovigilância, coordenado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

     

    Este é o principal objetivo do Programa Estadual de Farmacovigilância – implementado pelo Centro de Vigilância Sanitária (CVS) da Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Governo do Estado do Rio – com vistas a prevenir riscos e danos, somando esforços com as políticas de promoção e proteção à saúde da população.


    Embora sejam formulados para prevenir, aliviar e curar enfermidades, os produtos farmacêuticos podem produzir efeitos indesejáveis, maléficos e danosos. Essa dualidade, às vezes trágica, é significativa para a saúde pública e torna a farmacovigilância atividade indispensável à regulação sanitária em qualquer país. A farmacovigilância protege as populações de danos causados por produtos comercializados, por meio da identificação precoce do risco e intervenção oportuna.

     

     

    Fontes:http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/posuso/farmacovigilancia

              http://www.crf-rj.org.br/crf/arquivos/home_200601_boletim_fv.pdf

     

     



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 14h33
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    Anvisa divulga perfil de pesquisa clínica de medicamentos no Brasil

    NOTÍCIA: Anvisa

     

    Anvisa divulga perfil de pesquisa clínica de medicamentos no Brasil

    As atividades de pesquisa clínica, no Brasil, estão concentradas em estudos da fase III. É o que apontam dados divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta terça-feira (9/8). Das pesquisas autorizadas pela Agência, cerca de 60% estão nesta categoria.


    O desenvolvimento de estudos clínicos está diretamente relacionado à capacidade do país de produzir e desenvolver novos medicamentos. No Brasil, 80% dos estudos de pesquisa clínica para desenvolvimento de novos medicamentos são conduzidos  por empresas multinacionais.


    Os dados divulgados pela Anvisa também apontam que a Agência autoriza a realização, em média, de 200 estudos clínicos por ano. No período entre 2003 e 2010, 80% dos pedidos para realização de pesquisas clínicas analisados pela Anvisa foram autorizados.


    Fonte:http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/imprensa/!ut/p/c5/rY7bboJAGISfxQco_7-wnC5BZRd0ORSquDeEWtKARYhtpO7TS9LreuXM1WSS-QYkzD7X1_az_mmHc_0FJUirWjKPU3uLiJa_xJCZsWVmCTKXwh5KpFXe3cZQndRrp_KbWIlfocQkVkEav5FN3EWp6D62-WlQMbqRUH5SXLIJv12yC7K1l7w0l-a4mLfkAxom-l-P_8hDiPnQN3AAaVc7pjt8wwiyyPYxXBc8SDAwotSG4omfH7JM-lRWBLJ977Xp2GuoITV0wzQocQm1HeJQCqUPY38d-UTmPC3uLOAG-g!!/dl3/d3/L2dBISEvZ0FBIS9nQSEh/?pcid=2864660047e5bc27b76bbf77df03ca82

     

     



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 13h31
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    NOTÍCIA: Anvisa

     

    Anvisa cria selo óptico para medicamentos

     

    A partir de janeiro de 2012, quem comprar um medicamento poderá confirmar na própria farmácia se o produto é verdadeiro. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou hoje (6) um selo de segurança que será reconhecido por leitoras óticas instaladas em todas as drogarias do país.

    A autenticidade do produto será indicada quando o consumidor aproximar a etiqueta da leitora ótica. Uma luz verde, acompanhada de um sinal sonoro, indica que o medicamento é verdadeiro. O selo, autoadesivo e impermeável, será único – sem diferenciação por estado ou por fabricante.

     

    De acordo com a Anvisa, o objetivo é reduzir os riscos provocados por medicamentos falsificados, roubados, sem registro ou contrabandeados. Apenas este ano, 53.575 remédios falsificados e contrabandeados foram apreendidos, além de 62,9 toneladas de produtos sem registro.

    “Nas décadas de 80 e 90, esse tipo de comércio se fazia em áreas não autorizadas pelo Estado brasileiro. Se combatia essa falsificação em feiras livres, metrôs, trens suburbanos. Infelizmente, começamos a identificar esse crime nos estabelecimentos que deveriam exatamente fazer o contrário: combatê-lo”, disse o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Raposo.

     

    Cada farmácia terá um equipamento de leitura ótica instalado em área de fácil acesso para uso livre e gratuito de consumidores. A distribuição do equipamento é de responsabilidade da Casa da Moeda e não haverá ônus para o estabelecimento.

    O valor do selo de segurança será de R$ 0,07 sem a incidência de impostos. Como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) varia de estado para estado, o preço total das etiquetas não foi fixado.

     

    “O governo não autorizará aumento de preço de medicamento. Isso será absorvido pela cadeia produtiva. O impacto é irrisório, em torno de 0,01% em produtos acima de R$ 5”, explicou Raposo. As empresas com registro de medicamentos terão até 60 dias, a partir de hoje, para fazer o cadastramento na Casa da Moeda.

    O fornecimento da etiqueta será feito até 60 dias após a assinatura de contrato com a Casa da Moeda. As empresas terão um prazo de seis meses para iniciar a aplicação das etiquetas e de 12 meses para que todos os medicamento da linha de produção tenham o selo. Até 15 de janeiro de 2012, todos os medicamentos em circulação no país deverão ter a etiqueta.

    O período para a distribuição das leitoras óticas será de sete meses, com calendários específicos para cada região do país.

     

     

     

    FONTE: http://info.abril.com.br/noticias/ti/anvisa-cria-selo-optico-para-medicamentos-06102010-24.shl?2

     

     

     

     



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 12h23
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    ARTIGOS

     

    SAIBA MAIS SOBRE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS E LEGISLAÇÃO DE ENFERMAGEM!!!


    ARTIGOS INDICADOS:


    "MEDICAÇÃO: ASPECTOS ÉTICOS-LEGAIS NO ÂMBITO DA ENFERMAGEM"

    Objetivo: Tecer a luz da legislação brasileira vigente, considerações reflexivas acerca do processo de medicação, no âmbitos da enfermagem


    Referêcnia:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672009000100020〈=pt


    "RESPONSABILIDADE DA ENFERMAGEM NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS: ALGUMAS REFLEXÕES PARA UMA PRÁTICA SEGURA COM QUALIDADE DE ASSISTÊNCIA"

    Objetivo: Analisar as responsabilidades da enfermagem na administração de medicamentos 


    Referência:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692001000200008〈=pt


    "ASPECTOS ÉTICOS E IMPLICAÇÕES JURÍDICAS DO ENFERMEIRO FRENTE AO PREPARO E ADMINISTRAÇÃO DE SOROS E ANTIBIÓTICOS: REVISÃO DE LITERATURA"

    Objetivo: Identificar os procedimentos cabíveis ao enfermeiro quanto ao preparo e administração de soros e antibióticos


    Referência:http://www.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/index/search/titles?searchPage=10

     

     

     


    http://www.unifev.edu.br/noticias/images/upload/remedio.jpg

     



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 22h10
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    NOTÍCIA: ANVISA

     

    Anvisa propõe inclusão dos antibióticos na lista de medicamentos controlados


     

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizou, no dia 24/03/10, audiência pública para discutir medidas mais restritivas para a prescrição e comércio dos antibióticos orais e injetáveis. O objetivo é ampliar o controle sobre esses produtos e contribuir para a redução da resistência bacteriana na comunidade.

    A proposta da Anvisa é incluir os antibióticos na Portaria SVS/MS nº. 344/98, que lista as substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial no Brasil. “O uso indiscriminado de antibióticos é um problema de saúde pública em todo o mundo. A ideia é que o controle sobre esses medicamentos seja feito de forma mais efetiva, contribuindo para o consumo racional desses produtos”, afirma o presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello.

    Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que mais de 50% das prescrições de antibióticos no mundo são inadequadas. Só no Brasil, o comércio de antibióticos movimentou, em 2009, cerca de R$ 1,6 bilhão, segundo relatório do IMS Health Institute.

    Para o diretor da Anvisa Dirceu Barbano, é fundamental a responsabilização de cada segmento envolvido com a prescrição e dispensação de antibióticos. “A desqualificação do comércio desses medicamentos, no Brasil, não é um problema isolado da Anvisa. Para que consigamos reverter o quadro atual, todos precisam estar envolvidos: farmacêuticos, sociedades médicas, indústria farmacêutica, autoridades sanitárias e população”, disse o diretor.

    Durante o debate, alguns participantes destacaram a importância de se ampliar não apenas o sistema de controle, mas a disponibilização de informações para a sociedade e profissionais de saúde. Foi ressaltado, também, por representantes de sociedades médicas, a importância e pertinência da iniciativa da Anvisa.

    A audiência pública terminou às 18h e as propostas apresentadas no encontro serão consolidadas pela Anvisa e submetidas à Consulta Pública nos próximos meses.

    Proposta

    A Anvisa propõe a inclusão dos antibióticos na Portaria SVS/MS nº. 344/98, que lista as substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial no Brasil. Em resumo, esta inclusão implica nos seguintes passos:

     Exigência de Receita de Controle Especial em duas vias;
     Apresentação e Retenção de uma via da receita no ato da dispensação;
     Dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: “Venda sob prescrição médica – só pode ser vendido com retenção da receita”.
     Controle eletrônico da movimentação (entradas e saídas) de antibióticos nas farmácias e drogarias do setor privado pelo Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados – SNGPC

     

     

     

    resistência

    http://4.bp.blogspot.com

     

     

    Referência: http://jalecovida.wordpress.com/2010/04/17/anvisa-propoe-inclusao-dos-antibioticos-na-lista-de-medicamentos-controlados/


     

     

     



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 00h01
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    CONCEITOS GERAIS

     

    CONCEITOS GERAIS SOBRE MEDICAMENTOS DE ACORDO COM A AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA)


    > Alternativa Farmacêutica
    Medicamentos que possuem o mesmo princípio ativo, não necessariamente na mesma dosagem, forma farmacêutica, natureza química (éster, sal, base), porém, oferecem a mesma atividade terapêutica. Ex: tetraciclina fosfato e tetraciclina cloridrato, equivalentes à 250mg de tetraciclina base.

    > Alternativa Terapêutica
    Medicamentos que contêm diferentes princípios ativos, indicados para um mesmo objetivo terapêutico ou clínico, mesma indicação e, espera-se que tenha o mesmo efeito terapêutico.

    > Biodisponibilidade
    Característica relacionada à eficácia clínica do medicamento. Traduz-se na velocidade e quantidade do princípio ativo ou fármaco, contido no medicamento, que alcança a circulação geral.
    Para medicamentos administrados via intravenosa, essa propriedade não existe porque o processo de absorção não ocorre por essa via de administração.
    Assim como os estudos clínicos são úteis para determinar a segurança e eficácia terapêutica, os estudos de biodisponibilidade são úteis para definir, em termos de medicamentos, como sua formulação afeta a farmacocinética do princípio ativo, requisito indispensável para avaliar a qualidade de um medicamento.

    > Bioequivalência
    É o estudo de biodisponibilidade comparativa entre dois ou mais medicamentos administrados em uma mesma via extravascular. Avalia os parâmetros relacionados à absorção do fármaco, a partir da forma farmacêutica administrada, contendo a mesma dosagem e mesmo desenho experimental.
    Dois produtos são bioequivalentes se suas biodisponiblidades (velocidade e extensão da absorção) são semelhantes, após administração na mesma dosagem.
    Segundo o FDA-USA (Administração Federal de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos), produtos bioequivalentes são equivalentes farmacêuticos ou alternativas farmacêuticas que, ao serem administrados na mesma dose molar e nas mesmas condições experimentais, não demonstram diferenças significativas na quantidade de fármaco absorvido e velocidade de absorção.

    > Denominação Genérica
    Nome de aceitação universal, usado para distinguir um princípio ativo não amparado por marca comercial. Geralmente corresponde à DCB (Denominação Comum Brasileira), ou DCI (denominação Comum Internacional), recomendada pela OMS.

    > Fármaco/P.A.
    Substância principal da formulação do medicamento, responsável pelo efeito terapêutico. Composto químico obtido por extração, purificação, síntese ou semi-síntese.

    > Medicamento 
    Forma farmacêutica acabada, contendo o princípio ativo ou fármaco, apresentado em variadas formas farmacêuticas: cápsula, líquido, comprimido, etc.

    > Medicamento Genérico
    Produto igual ou comparável ao de referência (ou inovador ou original ou de marca) em quantidade de princípio ativo, concentração, forma farmacêutica, modo de administração e qualidade, que pretende ser com ele intercambiável. É geralmente produzido após expiração ou renúncia da patente e de direitos de exclusividade, comprovando sua eficácia, segurança e qualidade através de testes de biodisponibilidade e equivalência terapêutica. 

    > Medicamento de Referência (ou Inovador, de Marca, ou Original) 
    Produto comercializado há bastante tempo no mercado, com o qual outros medicamentos pretendem ser intercambiáveis. Para esses medicamentos houve a necessidade de investimento em pesquisa e sua eficácia, segurança, qualidade e biodisponibilidade, são comprovadas e reconhecidas pela autoridade sanitária nacional. 
    Quando o inovador ou referência não possuir registro no País, considera-se referência o produto líder de mercado, com eficácia, segurança e padrões de qualidade comprovados.

    > Medicamento Similar
    Medicamento que utiliza denominação genérica, apresenta o mesmo fármaco, concentração, forma farmacêutica e via de administração que o medicamento de referência ou de marca, mas não tem com ele, comprovada sua bioequivalência. Não podendo, por isso, ser com ele intercambiável. Somente o medicamento genérico.

    > Nome de Marca
    Nome de registro do produto. Propriedade privada do fabricante, que possui direitos de patente sobre a sua comercialização. Razão social utilizada para diferenciação dos competidores do mercado.

    > Nome Químico
    Denominação empregada para indicar a estrutura química do fármaco.

     

     

    anvisa

    http://documentoreservado.com.br/


    Referência:http://www.anvisa.gov.br/hotsite/genericos/profissionais/conceitos.htm#3

     



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 23h18
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    DILUIÇÃO DE ANTIBIÓTICOS

    Queridos colegas acadêmicos !

    No ambiente hospitalar como enfermeiros assistencialistas temos que ter um amplo conhecimento a respeito dos fármacos, seus mecanismos de ação, ações adversas e interações, principalmente quando falamos em medicações intravenosas.

    Como já vimos, as medicações IV podem ser apresentadas de várias formas e algumas precisam ser diluídas antes da administração !!!

    Cada setor costuma ter uma tabela própria de diluições, mas nem sempre a encontramos, por isso venho trazendo algumas diluições dos fármacos, com ação antimicrobiana, mais encontrados nas clínicas. Aproveitem e lembrem sempre dos 5 certos... Medicação certa, Paciente certo, Hora certa, Via certa e Dose certa!!!

     

    Nome do fármaco

    Categoria

    Nome comercial

    Diluição

    Tempo de administração

    Estado físico

    Vias de administração

    Sulfato de amicacina

    antibiótico

    Novamin

    SF 0,9% ou SG 5% em 100 ml

    30 a 60 min

    Solução (ampola)

    IM ou IV lento

    Aciclovir

    antiretroviral

    Zovirax

    SF 0,9% ou SG 5% em 100 ml

    60 min

    Liofilizado (frasco ampola)

    IV lento

    Ampicilina sódica

    antibiótico

    Binotal

    Preferencialmente em SF 0,9% ou SG 5% em 100 ml

    30 min

    Liofilizado (frasco ampola)

    IV rápido ou lento

    Benzilpenicilina potássica

    antibiótico

    Penicilina G potássica

    SF 0,9% em 100 ml

    60 min

    Liofilizado (frasco ampola)

    IV lento

    Cefazolina sódica

    Antibiótico

    Kefazol

    SF 0,9% ou SG 5% em 50 a 100 ml

    30 a 60 min

    Liofilizado (frasco ampola)

    IM ou IV (bolus ou lento)

    Ceftriaxona

    antibiótico

    Rocefin

    SF 0,9% ou SG 5% . Até 1g em 50 ml e mais de 1g em 100 ml

    30 min

    Liofilizado (frasco ampola)

    IM ou IV (bolus ou lento)

    Cloridrato de ciprofloxacina

    antibiótico

    Cipro

    SF 0,9% ou SG 5% em 50 a 100 ml. Também pode vir diluído.

    30 a 60 min

    Solução (frasco ou bolsa)

    IV lento

    Fosfato de clindamicina

    antibiótico

    Dalacin C

    SF 0,9% ou SG 5% em 100 ml

    60 min

    Solução (ampola)

    IM ou IV lento

    Gentamicina

    antibiótico

    Garamicina

    SF 0,9% ou SG 5% em 100 ml

    30 a 60 min

    Solução (ampola)

    IM ou IV lento

    Imipenem

    antibiótico

    Tienam

    SF 0,9% em 120 ml

    60 min

    Liofilizado (frasco ampola)

    IV

    Meropenem

    antibiótico

    Meronem

    SF 0,9% em 50 a 100 ml

    30 min

    Liofilizado (frasco ampola)

    IM ou IV (rápido ou lento)

    Metronidazol

    antibiótico

    Flagyl

    Já vem diluído

    60 min

    Solução (frasco ou bolsa)

    IV lento

    Oxacilina

    antibiótico

    Staficilin-N

    SF 0,9% ou SG 5% em 240 ml

    60 min ou mais

    Liofilizado (frasco ampola)

    IM ou IV (rápido ou intermitente)

    Cloridrato de vancomicina

    antibiótico

    Vancocina

    SF 0,9% ou SG 5% em 100 a 200 ml

    60 min

    Liofilizado (frasco ampola)

    IV lento

     

    Referência: FAKIH, Flávio. Manual de diluição e administração de medicamentos injetáveis. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso Ed., 2000.

     

    Sorriso Abraços!



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 21h19
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    ABREVIAÇÕES IMPORTANTES

    Caros Colegas e Futuros enfermeiros!!

    Venho trazendo algumas abreviações importantes que podem estar presentes nas prescrições médicas a respeito das vias de administração, doses e soluções de diluição. Essas informações são importantes para a orientação da equipe de enfermagem durante a administração de medicamentos. Importante!! Bem humorado

      

     ABREVIATURAS E SÍMBOLOS MAIS USADOS

    ACM

    A critério médico

    AD

    Água destilada

    DA

    Dose de ataque

    DI

    Dose inicial

    DM

    Dose de manutenção

    IV

    Intravenoso

    EV

    Endovenoso

    SC

    Subcutâneo

    IM

    Intramuscular

    SL

    Sublingual

    ID

    Intradérmico

    g

    Grama

    mg

    Miligrama

    kg

    Quilograma

    ml

    Mililitro

    h

    Hora

    min

    Minuto

    BI

    Bomba infusora

    SF

    Solução fisiológica

    SG

    Solução glicosada

    RL

    Ringer lactato

    SGF

    Solução glicofisiológica

     

     

    Referência:

    FAKIH, Flávio. Manual de diluição e administração de medicamentos injetáveis. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso Ed., 2000.



    Escrito por Blog Fundamentos de Enf. II às 21h06
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